Sua empresa gera resíduos no dia a dia e ainda não sabe se precisa de um PGRS?

Essa é uma dúvida muito comum em comércios, indústrias, clínicas, empresas de prestação de serviços, oficinas, condomínios e diversos outros estabelecimentos.

Muitas empresas só se preocupam com isso quando surge uma exigência do órgão ambiental, da vigilância sanitária, do cliente contratante ou durante um processo de licenciamento.

Mas esperar a cobrança aparecer pode sair caro.

O problema é simples: a empresa gera resíduos, mas não organiza corretamente a segregação, o armazenamento, a coleta, o transporte e a destinação final. O resultado? Risco ambiental, desorganização interna, passivos documentais e dificuldade para comprovar conformidade.

A boa notícia é que existe solução: o PGRS — Programa ou Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

O que é o PGRS?

O PGRS é um documento técnico que organiza como a empresa gerencia os resíduos gerados em suas atividades.

Na prática, ele descreve:

  • quais resíduos a empresa gera;
  • como esses resíduos são separados;
  • onde são armazenados;
  • como são identificados;
  • quem faz a coleta e o transporte;
  • qual a destinação final adequada;
  • quais medidas de controle e melhoria devem ser adotadas.

Ou seja: o PGRS transforma um problema ambiental e operacional em um processo controlado.

Quando a empresa precisa de PGRS?

A necessidade do PGRS depende da atividade desenvolvida, do tipo de resíduo gerado e das exigências legais aplicáveis.

Em geral, o plano é especialmente importante para empresas que:

  • geram resíduos em quantidade relevante;
  • produzem resíduos com potencial de contaminação ou impacto ambiental;
  • precisam de licenciamento ambiental;
  • passam por exigências de clientes, auditorias ou fiscalizações;
  • querem organizar melhor sua rotina ambiental e reduzir riscos.

Muitas empresas acreditam que somente grandes indústrias precisam desse tipo de documento. Isso não é verdade.

Dependendo da atividade, até empresas menores podem precisar de um plano estruturado de gerenciamento de resíduos.

E no caso da área da saúde?

Na área da saúde, o gerenciamento de resíduos exige ainda mais atenção.

Clínicas, consultórios, laboratórios, farmácias, veterinárias, serviços de estética, instituições de saúde e atividades afins podem gerar resíduos com risco biológico, químico ou perfurocortante.

Nesses casos, o documento específico normalmente é o PGRSS — Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, com regras próprias de manejo, segregação, acondicionamento e destinação.

Ou seja: o PGRSS é uma aplicação específica para resíduos de serviços de saúde, enquanto o PGRS é o plano mais geral de gerenciamento de resíduos sólidos.

E na construção civil?

Empresas de construção, reforma, demolição e atividades correlatas também precisam de atenção especial.

Nesse setor, é comum a exigência de gerenciamento dos resíduos da construção civil, com foco em entulho, madeira, metais, embalagens, gesso, solo, concreto, tintas e outros materiais.

Nesses casos, pode ser exigido o PGRCC — Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, conforme a realidade da obra e as exigências locais.

Mais uma vez, a lógica é a mesma: se a empresa gera resíduos, ela precisa saber como gerenciá-los corretamente.

Quais problemas a falta de um PGRS pode causar?

Quando a empresa não gerencia corretamente seus resíduos, surgem vários riscos:

  • descarte inadequado;
  • mistura de resíduos recicláveis, comuns e perigosos;
  • falta de rastreabilidade;
  • desorganização operacional;
  • dificuldades em fiscalizações;
  • exigências em processos de licenciamento;
  • exposição da imagem da empresa perante clientes e contratantes.

Em outras palavras: a “doença” é a falta de controle ambiental. O “remédio” é um gerenciamento bem estruturado, com documentação técnica adequada.

O PGRS ajuda só no meio ambiente?

Não. Ele também ajuda na organização da empresa.

Um bom plano pode contribuir para:

  • melhorar a segregação dos resíduos;
  • reduzir desperdícios;
  • facilitar treinamentos internos;
  • fortalecer a conformidade ambiental;
  • atender exigências de clientes e órgãos fiscalizadores;
  • demonstrar responsabilidade ambiental da empresa.

Como a LMK Engenharia pode ajudar?

A LMK Engenharia oferece suporte técnico para empresas que precisam organizar e regularizar o gerenciamento de resíduos.

Entre os serviços relacionados estão:

  • elaboração de PGRS;
  • elaboração de PGRSS para atividades da área da saúde;
  • elaboração de PGRCC para atividades da construção civil;
  • orientação sobre segregação, armazenamento e destinação;
  • consultoria ambiental para regularização e atendimento a exigências;
  • apoio técnico na organização documental e operacional.

Sua empresa gera resíduos e ainda não tem um plano?

Esse é exatamente o tipo de problema que parece pequeno no início, mas cresce com o tempo.

Se a sua empresa precisa organizar o gerenciamento de resíduos, atender exigências ambientais ou entender qual documento se aplica ao seu caso, a LMK Engenharia pode ajudar.

Entre em contato e solicite um orçamento para elaboração de PGRS, PGRSS ou PGRCC.

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Responsável pelo conteúdo

Engenheira de Segurança do Trabalho e Perita Trabalhista - Larissa Moretti

LMK Engenharia

contato@lmkengenharia.com.br (41) 99653-0445

Base técnica

Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), RDC Anvisa nº 222/2018 para resíduos de serviços de saúde e a Resolução CONAMA nº 307/2002 para resíduos da construção civil.

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